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Animais


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Avestruz




Avestruz (macho)
Estado de conservação

Pouco preocupante
Classificação científica
Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Aves

Ordem: Struthioniformes

Família: Struthionidae
Vigors, 1825
Género: Struthio
Linnaeus, 1758
Espécie: S. camelus


Nome binomial
Struthio camelus
Linnaeus, 1758
O avestruz (em Portugal, a avestruz) é uma ave não voadora, originária da África, que leva o nome científico Struthio camelus. É a única espécie viva da família Struthionidae, e do género, Struthio. Pertence à ordem das Struthioniformes - aves não voadoras. Desta ordem também fazem parte a ema, originária da América do Sul e o emu e casuar, nativos da Austrália.

Avestruzes são considerados a maior espécie viva das Aves e seu nome científico vem do grego para "camelo pardo".

Avestruzes normalmente pesam de 90 a 130 kg, embora alguns avestruzes machos tenham sido registrados com pesos de até 155 kg. Na maturidade sexual (entre 2 e 4 anos de idade), avestruzes machos podem possuir de 1,8 m a 2,7 m de altura, enquanto as fêmeas alcançam de 1,7 m a 2 m. Durante o primeiro ano de vida crescem cerca de 25 cm por mês. Em um ano um avestruz pesa cerca de 45 kg.

Possui dimorfismo sexual: nos adultos, o macho tem plumagem preta e as pontas das asas são brancas, enquanto que a fêmea é cinza. O dimorfismo só se apresenta com um ano e meio de idade.

As pequenas asas vestigiais são usadas por machos como exibição para fins de acasalamento.

As penas são macias e servem como isolante térmico e são bastante diferentes das penas rígidas de pássaros voadores. Possui duas garras em dois dos dedos das asas. As pernas fortes do avestruz não possuem penas. Suas patas têm dois dedos, sendo que apenas um tem unha enquanto o maior lembra um casco. Seu aparelho digestivo é semelhante ao dos ruminantes e seus olhos, com suas grossas sobrancelhas negras, são os maiores olhos das aves terrestres.

Avestruzes ocorrem naturalmente nas savanas e no Sahel da África, tanto ao norte como ao sul da zona de florestas equatorial. A espécie pertence à ordem dos Struthioniformes (Ratitas). Outros membros deste grupo são a ema, o emu, o casuar e o maior pássaro de todos os tempos, o extinto Aepyornis. Cinco subespécies são conhecidas:

S.c. australis na África Austral
S.c. camelus no Norte de África, também chamado Avestruz do Norte da África ou avestruz do pescoço vermelho.
S.c. massaicus na África Oriental, algumas vezes chamado de Avestruz Masai. Durante a estação de acasalamento, o pescoço e as coxas do macho ficam laranja-rosado. Ocupa uma faixa entre Etiópia e Quênia no leste até o Senegal no oeste, e da Mauritânia oriental no norte até o sul do Marrocos no sul.
S.c. molybdophanes na Somália, Etiópia, e norte do Quênia, algumas vezes chamado o Avestruz Somali. Durante a estação do acasalamento, o pescoço e as coxas do macho ficam azuis. Sua faixa se sobrepôe com S.c. massaicus no nordeste do Quênia. Algumas autoridades consideram o Avestruz Somali uma outra espécie.
S.c. syriacus no Oriente Médio, também chamado de avestruz-árabe ou Avestruz do Oriente Médio, era uma subespécie antes muito comum na Península árabe, Síria, e Iraque; Foi extinta por volta de 1940.
O avestruz é um animal bastante rústico, muito resistente a doenças e tem uma ótima capacidade de adaptação. Ele é criados com sucesso no Canadá, Estados Unidos, Europa, e Israel), suportando bem altas e baixas temperaturas.

Avestruzes vivem em grupos nômades de 5 a 50 aves que frequentemente viajam juntos com outros animais ruminantes, tais como zebras e antílopes. Eles se alimentam principalmente de sementes e outros produtos vegetais; ocasionalmente eles também comem animais como gafanhotos. Como não possuem dentes, eles engolem pedrinhas que ajudam a esmagar os alimentos engolidos no papo. Eles podem ficar sem água por muito tempo, vivendo exclusivamente da umidade das plantas consumidas. Entretanto, eles gostam de água e tomam banhos frequentemente.

Com visão e audição aguçadas, eles podem detectar predadores tais como leões de uma grande distância.

Na mitologia popular, o avestruz é famoso por esconder sua cabeça na areia ao primeiro sinal de perigo. O escritor romano Plínio o Velho é notado por suas descrições do avestruz em sua Naturalis Historia, onde ele descreve o suposto hábito dos avestruzes de esconder a cabeça em arbustos. Nunca houve observações registradas deste comportamento e um contra-argumento comum a isto é que uma espécie que exibisse tal comportamento não sobreviveria por muito tempo. O mito pode ter surgido do fato de que, de uma certa distância, quando avestruzes se alimentam eles parecem estar enterrando sua cabeça na areia pois eles deliberadamente engolem areia/pedras para ajudar a esmagar sua comida. Quando deitados ou se escondendo de predadores, eles são conhecidos por deitar sua cabeça e pescoço rente ao chão. Quando ameaçados, avestruzes fogem, mas podem também ferir seriamente seus inimigos através de coices por meio de suas poderosas pernas.


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